Cafeteira de filtro clássica (a de coar com papel) ainda é a opção mais barata e com menor custo por xícara, boa pra quem toma café todo dia em quantidade e não se importa de trocar o filtro. Se o volume diário é baixo, os modelos com jarra pequena (menos de 15 xícaras) evitam desperdício de café pronto esfriando na jarra.
Cafeteira expresso (manual ou automática) entrega um café mais encorpado e é a escolha certa pra quem gosta de espresso, cappuccino ou bebidas com leite — mas exige grão ou pó mais fino e, nos modelos automáticos com moedor embutido, o investimento inicial é bem mais alto. Vale a pena só se o consumo justificar.
Cápsulas (tipo Nespresso ou compatíveis) ganham em praticidade e consistência do sabor, mas perdem MUITO no custo por xícara a longo prazo — quem bebe várias xícaras por dia sente esse custo no bolso rapidinho. Compensa mais pra consumo ocasional ou escritório com poucas pessoas.
Detalhe que passa despercebido: capacidade do reservatório de água e altura pra encaixar a caneca/xícara que você já usa em casa — muita gente compra pelo preço e descobre depois que só cabe xícara pequena embaixo do bico.
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