Robô aspirador não substitui limpeza profunda semanal — ele é ótimo pra manutenção diária (juntar poeira e pelo de pet no dia a dia), mas a maioria dos modelos de entrada não tem a mesma potência de sucção de um aspirador vertical pra sujeira mais pesada ou tapete grosso. Entender essa diferença de expectativa evita frustração.
Navegação é o que mais separa modelo bom de ruim: os com mapeamento a laser (LIDAR) memorizam o layout da casa e limpam de forma organizada, cobrindo tudo; os só com sensor de infravermelho andam de forma mais aleatória e podem deixar cantos sem passar. Isso importa mais em casa grande do que em apartamento pequeno.
Altura do móvel é um detalhe que passa despercebido: robôs mais altos não passam embaixo de sofás e camas baixas, deixando essas áreas sempre sujas. Medir a altura livre embaixo dos móveis antes de comprar evita comprar um modelo que não serve pro layout de casa.
Função "passar pano" (mop) embutida parece vantagem, mas em geral é bem mais fraca que uma limpeza com pano de verdade — funciona bem pra manutenção leve, não substitui faxina com balde e pano. Vale mais como recurso extra do que como motivo principal de compra.
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